Polícia identifica líder da quadrilha morta em tiroteio com policiais no RN

Polícia Civil investigava operações do grupo há dois meses.
Isaías Leandro Lopes morreu durante o confronto com a polícia.



A Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed) do Rio Grande do Norte, informou na manhã desta segunda-feira (30) que líder da quadrilha investigada na operação Hefesto, conduzida pela Divisão Especial de Investigação e de Combate ao Crime Organizado (Deicor) da  Polícia Civil do estado, está entre os mortos do confronto entre policiais e criminosos que ocorreu no último domingo (29), na cidade de Currais Novos, na região do Seridó potiguar.

De acordo com as informações da Sesed, Isaías Leandro Lopes seria o líder de uma organização criminosa que promovia assaltos a bancos e explodia caixas-eletrônicos. Além dele, um homem identificado como João Batista Nunes da Silva e outros cinco que ainda aguardam identificação, foram mortos em confronto com integrantes da Polícia Civil e do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (BOPE).
Segundo a delegada Danielle Filgueira, da Deicor, a operação Hefesto investigava a organização há dois meses. Ainda segundo a delegada, a Polícia Civil recebeu a informação de que a quadrilha estaria preparando uma ação na região do seridó entre o sábado (28) e o domingo (29).
De acordo com a polícia, os homens estavam em dois carros e quando viram os policiais abriram fogo. Os policiais reagiram. No interior dos veículos, foram encontrados explosivos e armas de fogo de diversos calibres, entre elas pistolas, revólveres e escopetas de calibre 12.

Além dos integrantes mortos, dois membros da quadrilha foram presos. João Maria da Rocha foi preso logo após a troca de tiros, em Currais Novos. Ele se identificou como taxista e que havia sido sequestrado pelo grupo e obrigado a dirigir, porém sua participação no grupo criminoso foi confirmado pela Polícia Civil. Enquanto isso, Kleiton Carrol Gomes de Albuquerque foi preso em Natal. Também segundo a polícia, Kleiton armazenaria armas para o grupo na capital potiguar.
Em entrevista a reportagem do RN TV 1ª Edição, a delegada Danielle Filgueira afirmou que as
investigações devem continuar, uma vez que a quadrilha ainda tem mais membros. O grupo é suspeito de participar de ações criminosas em cidades do interior do Rio Grande do Norte e em outros estados.

Fonte: intertv
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