NOTA DE REPÚDIO: ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES DO RN



     As Entidades representativas de Praças do Rio Grande do Norte considerando as declarações do Ten. Cel. , que infelizmente numa tentativa de tirar o foco das acusações a ele imputadas, e manipular a opinião popular, distorcendo a verdade dos fatos, numa demonstração de desespero, preferiu atacar a entidades representativas de praças numa tentativa frustrada  de colocar à prova a  relevância e a  função social destas, em que pese o protagonismo das associações de policiais e bombeiros militares nos principais avanços legislativos e nos debates para uma segurança pública de qualidade.

Numa visão progressista, crítica e colaborativa,  trouxeram,  e continuam trazendo, através de sua constante mobilização, conquistas por anos reprimidas, como: a Lei de Promoção de Praças e sua efetivação, a Lei dos Subsídios, que trouxe remuneração mais digna aos policiais e bombeiros militares; participação efetiva como membros na comissão para atualização das legislações policiais e bombeiros militares, instituída pelo Governo; representação da categoria como interlocutoras junto ao governo, participação em fóruns de segurança pública, em Conselhos de direitos humanos e de Segurança Pública, dentre outras atividades.

O fato é que as associações trabalham, e trabalham muito para que no estado do Rio grande do Norte tenhamos policiais e bombeiros valorizados, para que o estado seja fortalecido e a sociedade esteja mais protegida. As Entidades representam a maioria do efetivo, assim, quando são atacadas, seus representados também são. Os seus presidentes não recebem nenhum tipo de remuneração para exercer a árdua tarefa de estar à frente dos processos de mudanças na PMRN e no CBMRN, sendo duramente perseguidos por alguns que insistem em se valer de um regulamento arcaico que garantem o abuso de autoridade e o assédio moral.

Numa sociedade que carece de transparência na administração pública, de responsabilização dos gestores e de mecanismo de controle social, os muros dos quartéis são barreiras a participação social, logo, não são raras as vezes que este controle dentro da administração militar é feito pelas associações, que bravamente denunciam casos de abuso de autoridade, de mau uso do erário público, improbidades administrativas, dentre outros ilícitos cometidos por alguns poucos maus gestores.


A tentativa do oficial em tela de colocar a credibilidade das entidades em cheque, é de confundir a opinião da sociedade, se privando de explicar as acusações a ele imputadas. As associações ratificam seu compromisso com a sociedade, entendendo que o grande cliente dos serviços prestados pelos policiais e bombeiros militares é a sociedade potiguar, não o público interno, e que de maneira alguma retrocederão frente a ameaças, inverdades e ilícitos.


Natal/RN, 19 de maio de 2016.



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