Mulher é detida após levar TV cheia de celulares e drogas para preso no RN

Segundo direção da unidade, suspeita foi presa quando chegou em casa.



Uma mulher de 27 anos foi presa na tarde desta quinta-feira (5) suspeita de tentar entregar  maconha e celulares escondidos dentro de aparelho de televisão a um preso encarcerado no Pavilhão 2 da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, maior unidade prisional do Rio Grande do Norte. Alcaçuz fica em Nísia Floresta, município da Grande Natal.

Segundo a diretora da penitenciária, Dinorá Simas, a mulher é esposa de um preso, mas a TV seria entregue a outro detento. “Os agentes penitenciários desconfiaram e abriram o aparelho. A mulher pressentiu que os objetos seriam encontrados e saiu correndo”, explicou.

Dentro da TV, aparelho de 14 polegadas, foram encontrados 20 telefones celulares, carregadores de bateria e cerca de 300 gramas de maconha. Ainda de acordo com Dinorá, após a fuga da mulher, os dados cadastrais dela foram repassados à Polícia Civil. Uma equipe de investigação foi à residência da mulher e esperou que ela chegasse. “Assim que ela apareceu em casa, recebeu voz de prisão”, complementou Dinorá.

A diretora disse que esta foi a terceira vez, somente esta semana, que mulheres são presas tentando entrar com objetos proibidos em Alcaçuz.

Criatividade
No Rio Grande do Norte, agentes penitenciários já encontraram drogas, telefones e assessórios para aparelhos celulares escondidos de várias maneiras e em locais bastante inusitados. Muitos dos casos foram noticiados pelo G1 em razão da criatividade.

No dia 24 de janeiro deste ano, por exemplo, uma jovem de 20 anos foi presa ao tentar entrar com maconha e quatro chips de celular na Penitenciária de Alcaçuz. A droga e os chips estavam escondidos dentro da bisnaga de uma pomada dermatológica usada em casos de coceira na pele.

Também há registros de entorpecentes escondidos dentro de bisnagas de pomada para coceira, cascas de ovos, colchões, bíblias, bananas, sandálias de borracha, tubos de pasta de dente, prendedores de cabelo, vasilhas de arroz, pacotes de biscoito e até dentro de aparelhos de televisão, sem falar em inúmeros casos nos quais mulheres foram presas ao tentarem entrar com objetos proibidos escondidos nas partes íntimas.

Fonte: G1/RN
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